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Jornal ESTILHAÇO – Edição virtual
É só clicar aí no link para baixar gratuitamente a mais nova versão do jornal ESTILHAÇO. O número #2 já está sendo trabalhado e se tudo correr bem será lançada versão impressa também.
Aproveitando a ocasião da panfletagem realizada pelo Comitê Contra o Aumento das Passagens, ocorrida no dia 01/02/11, foi montado um ponto de distribuição do Estilhaço!
A panfletagem aconteceu no Pátio de São Pedro, centro do recife, onde acontece, há mais de 8 anos, a Terça Negra. O objetivo da ação era convocar quem ali estava para mais um ato que acontecerá dia 09/02.
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Fonte: Difusão Libertária
P.S. O Estilhaço é uma publicação local que tem como intuito congregar e divulgar o pensamento libertário. Ele é fruto da colaboração de diversos coletivos recifenses.
Abaixo vocês encontrarão a versão digital do Estilhaço #0 lançado no dia 29/09/2010.
Nesta edição você encontra:
1. Política para além do voto, campanha para além da urna
2. Com a palavra, Contramola…
3. A Outra Campanha e a certeza de que todo voto é nulo
4. Se morar é um direito, ocupar é um dever! Do interior à capital a luta por moradia é uma só.
5. Nem casa sem gente, nem gente sem casa, é a palavra do NAJUP.
6. Resistência Cotidiana. Uma apresentação e um chamado do coletivo Recife Resiste!
O Estilhaço #0 foi organizado por Difusão Libertária e realizado por: Recife Resiste!, Contramola, NAJUP, Comitê de Solidariedade ao Trianon, Coletivo Autonomia; e apoiado por Grupo de Estudos de Socialismo Libertário – GSOL, PE LIVRE, Bicicletada Recife e Rede Xucuru.
Caso tenha dificuldade de visualizar, tente por aqui.
P.S. É possível fazer o download do arquivo em ambos os links.
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Cobertura do lançamento do Estilhaço na Praça Maciel Pinheiro no dia 21/12/2010.
Por Recife Resiste!
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No dia 26 de maio de 2010, o deputado federal Marcelo Ortiz apresentou no plenário o projeto de lei 7393/10. Se aprovada, esta lei “proíbe a utilização de equipamento ou artifício que impeça ou dificulte a dentificação e o reconhecimento do usuário em eventos sociais e políticos e massa, e impõe sanções para o seu descumprimento”. Ou seja, será vetada qualquer ação anônima em eventos públicos: nada de máscaras e fantasias. Não é à toa que o deputado federal quer proibi-las. Esta é uma medida que tem como propósito facilitar o controle daquelxs que protestam contra a ordem social atual e está se tornando comum em toda a Europa.
O poder das “autoridades” de identificar, rotular e catalogar todxs aquelxs que resistem contra as classes dominantes é enfraquecido pelo simples uso de uma máscara. O anonimato tem, portanto, uma importância fundamental para a proteção dxs oprimidxs em um contexto opressor como o que vivemos na sociedade capitalista. Ao mostrarem as suas caras, todas as pessoas que protestam ficam marcadas pelo sistema e vulneráveis a uma represália. Por outro lado, façamos um breve parêntese para mencionar que apesar de as “autoridades” quererem proibir o anonimato, este é uma prática comum entre elas para se livrarem de responsabilidades – o que fica bastante evidente com a estratégia dos policiais de tirarem os seus nomes dos uniformes antes de cometerem suas brutalidades em passeatas e protestos.



