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O Occupy The Streets (A RUA É NOSSA) é uma mobilização mundial que acontecerá na próxima sexta-feira, 11/11/11, com a proposta de difundir e vivenciar a DEMOCRACIA REAL.
Famílias ligadas a organizações de lutas e movimentos populares invadiram o Conjunto Praia do Janga, em Paulista, entre a noite dessa quarta-feira (19) e madrugada desta quinta (20). A área fica em frente ao terminal de ônibus da localidade.
De acordo com informações do movimento, o espaço estaria sendo alugado irregularmente a uma empresa de transporte coletivo. “A gente ocupou a área para denunciar o acordo ilícito por parte do Conjunto Praia do Janga, que não tem a comprovação em cartório da posse do terreno ou que foi feito um acordo com a empresa para o espaço servir como garagem de ônibus”, diz Paulo André Araújo, coordenador da organização.
Ele ainda complementa que o espaço teria uma função social que seria colocar um centro de informação profissional para auxiliar comunidades carentes. A Polícia Militar esteve no local para negociar com os manifestantes, que fazem um protesto pacífico.
Fonte: NE10
Cerca de 50 famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), acamparam esta manhã em uma praça localizada ao lado da sede da Prefeitura do Recife, no Cais do Apolo. Os manifestantes cobram soluções para a questão da política habitacional do município.
De acordo com um dos líderes do MTST, Marcos Cosmo, a pauta do movimento é extensa e trata de uma ocupação realizada na Rua do Hospício com prazo de saída para o dia 30 desre mês, uma ação de reintegração de posse na Avenida Norte e a situação de cerca de 700 familias que recebem auxílio moradia sem uma solução definitiva.
Na madrugada de hoje o movimento realizou uma “ocupação silenciosa” em um terreno localizado em Nossa Senhora do Ó, na entrara de Porto de Galinhas. Segundo ele, o terreno, desapropriado pela prefeitura, foi ocupado por cerca de 500 famílias.
Cerca de 200 famílias cobram conjunto habitacional
O prédio da Companhia de Habitação (Cehab) de Pernambuco acaba de ser invadido por manifestantes que reivindicam um direcionamento do órgão sobre moradias prometidas para cerca de 200 famílias. Eles foram retirados do canal do Jordão há três anos, para que fossem feitas obras de melhorias.
Segundo os manifestantes, foi prometido um conjunto habitacional, mas até agora nenhuma moradia foi entregue. Outro ponto que foi acordado, segundo eles, acordado com a Cehab-PE foi também uma indenização, caso as moradias não fossem entregues.
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A cidade ferve. A populaçao chilena despertou do sono pós-ditadura. Dizem xs chilenxs que, depois da fase terrível, depois do pesadelo latino-americano das ditaduras ter invadido seu país (de 1973 a 1990, empurrada pelas forças imperialistas norte americanas obviamente), Chile ficou em coma, adormecida de medo, sono profundo. O general Pinochet, militar de mais confiança do socialista Salvador Allende (regime que durou apenas 3 anos), traiu seu presidente, matou-o, acabou com um sonho anti-capitalista. Desde entao a educaçao do país jamais foi a mesma, Pinochet destruiu tudo o que havia de público nela. Gritam nas marchas, chilenos e chilenas, estudantes, senhoras, senhores e crianças: “Y VAS A CAIR, Y VAS A CAIR, LA EDUCACIÓN DE PINOCHET!”.
Agora o sono acabou. Muitxs acordaram, o ruído capitalista aterrorizante explodiu as caixas de som e bateu o recorde de audiência, quase 200 mil pessoas na avenida principal de Santiago na última quinta-feira (23/09). As marchas começaram em junho, nao cessaram ainda, escolas e universidades “públicas” (nao sao públicas de verdade, muito menos gratuitas), paralizadas há 4 meses. Estudantes se reuniram em assembleia, decidiram fazer greve (sim, greve estudantil existe!), muitos colégios foram aderindo, alguns/algumas professorxs foram forçados a parar o trabalho, outrxs aderiram fortemente à luta.
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Na manhã de hoje (23), 200 trabalhadores rurais Sem Terra ocuparam a sede do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) no Recife. Outros ônibus estão chegando de várias partes do estado, e segundo o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) até o final do dia o número de trabalhadores deve chegar a 500. Os Sem Terra estão montando acampamento no pátio do órgão e ficarão acampadoslá por tempo indeterminado.
A ação faz parte da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, iniciada esse final de semana, com ações em todo o Brasil. Em Brasília, 4.000 trabalhadores rurais ligados aos movimentos da Via Campesina estão acampados desde ontem nos arredores do Ginásio Nilson Nelson, e hoje ocuparam o Ministério da Fazenda.
Em Pernambuco, duas fazendas consideradas símbolo da violência do latifúndio no estado foram reocupadas na madrugada de domingo (21): a fazenda Consulta, no município de São Joaquim do Monte, palco de um grave conflito entre pistoleiros e trabalhadores Sem Terra em 2009; e a Fazenda Serro Azul, no município de Altinho, onde a Promotoria Agrária do Estado de Pernambuco e a Ouvidoria Agrária Nacional, em Brasília, investigam denúncias de ameaças contra Sem Terra por parte do proprietário e de pistoleiros.
Cerca de 150 famílias ocuparam, na manhã de domingo (7), uma fazenda de 489 hectares da empresa Copa Fruit, no município de Petrolina, Pernambuco. As famílias são formadas por trabalhadores rurais Sem Terra e por antigos funcionários da empresa, que foram demitidos e não receberam nenhuma indenização.
A Copa Fruit, antiga Fruit Fort, é uma empresa de produção de manga e uva para exportação. Em setembro de 2009 os funcionário da Fruit Fort entraram em greve por falta de pagamento dos salários. Logo depois a empresa faliu e demitiu todos os funcionários sem nenhum pagamento de indenização. Deixou ainda vários fornecedores sem pagamento. A empresa tem ainda diversas denúncias de manter trabalhadores em condições análogas à escravidão.
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Cerca de 176 famílias do Movimento da Luta pelo Teto (MLT) ocuparam, no início da manhã desta sexta-feira (29), edifícios do Conjunto Residencial Jardim da Praia, no bairro de Jardim Fragoso, em Olinda. A polícia foi acionada por volta das 4h e retirou os integrantes do local. Entretanto, quando os oficiais se retiraram, os participantes do MLT retornaram uma hora mais tarde ao local, que foi condenado pela Defesa Civil, em 2002.
Integrantes do movimento dizem que foram agredidos pela polícia no momento da retirada. Cinco viaturas da Polícia Militar monitoram o local. A assessoria da PM informou que ninguém foi preso e que nenhuma ordem de despejo foi emitida. Os integrantes disseram que só se retiram do local com a emissão da reintegração de posse.
Formado por 11 prédios com 16 apartamentos cada, o conjunto residencial abrigava os edifícios Érica e Serrambi, que desabaram. O acidente no Érica aconteceu em 1999 e deixou quatro pessoas mortas. Todas as moradias são do tipo caixão estão abandonadas e condenadas já há alguns anos. O Conjunto é de propriedade da Caixa Econômica Federal, que deve se pronunciar e negociar com o MLT.
Mídia corporativa: Folha de Pernambuco
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Nesta madrugada (19), foram ocupados mais seis latifúndios pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), de Pernambuco. Estas ocupações dão continuidade às ações da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária, que acontece em todo o Brasil, e já somam 2.710 famílias acampadas só no Estado de Pernambuco. Outras ocupações de latifúndios improdutivos no estado continuam nos próximos dias.
Até então já ocorreram 15 ocupações com mais de 2.710 famílias.
Para ver o balanço das áreas ocupadas até então é só continuar lendo…
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Na manhã de hoje (17), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam mais oito fazendas em vários municípios pernambucanos.
As ocupações dão continuidade às ações da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária no Estado de Pernambuco, e já somam 1.890 famílias acampadas. As ocupações de latifúndios improdutivos no estado continuam nos próximos dias.
A Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária acontece em todo o Brasil, e seguirá até o final desse mês. O MST exige o assentamento das 100 mil famílias acampadas até o final deste ano; e que o governo apresente um plano de metas de assentamentos em áreas desapropriadas até 2014; um programa de desenvolvimento dos assentamentos, com investimentos públicos, crédito agrícola, habitação rural, educação e saúde; e medidas para garantir educação nos assentamentos, com a construção de escolas nos assentamentos, um programa de combate ao analfabetismo e políticas para a formação de professores no meio rural.
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Setenta (70) famílias Sem Terra ocuparam hoje (15), o engenho Paraguassú, no municipio de Itambé, zona da mata norte de Pernambuco.
Essa é a segunda ocupação de latifundio da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária no Estado de Pernambuco.
A Jornada de Lutas, promovida pelo MST em todo o país, é realizada em memória aos 19 companheiros assassinados no Massacre de Eldorado de Carajás,
em operação da Polícia Militar, no município de Eldorado dos Carajás, no Pará, em 1996, no dia 17 de abril.
Nesta semana, 17 estados se mobilizaram na Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária, somando-se, ainda, atividades em Brasília, na Cãmara
Federal, em lembrança aos 15 anos de impunidade do Massacre de Eldorado dos Carajás.
São mais de 18 mil famílias em luta, totalizando mais de 70 ocupações de latifúndios, mobilizações em 13 sedes do Incra, além de fechamento de
estradas, acampamentos, debates com a sociedade, audiências públicas e ações em diferentes órgãos dos governos locais, responsáveis pela questão agrária.
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Na manhã de hoje (14), cerca de 80 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocuparam a fazenda Santa Rita, no municipio de São
Bento do Una, agreste pernambucano.
A ocupação dá incício às ações da Jornada Nacional de Lutas por Reforma Agrária no Estado de Pernambuco. O MST promete pelo menos mais 15 ocupações
de latifúndios improdutivos no estado nos próximos dias.
Dívida com a Reforma Agrária em Pernambuco
Os trabalhadores rurais Sem Terra de Pernambuco exigem que a superintendencia do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agraria (INCRA) do estado cumpra com a função pelo qual ele foi criado.
Segundo o estatuto regimental do INCRA, sua primeira finalidade é “promover e executar a reforma agrária visando a melhor distribuição da terra, mediante modificações no regime de sua posse e uso, a fim de atender aos princípios de justiça social”. Com as ocupações de terra trabalhadores rurais esperam pressionar para que o Instituto cumpra a finalidade pela qual existe.
Mais de 300 trabalhadores rurais organizados pelo MST ocuparam na manhã desta sexta-feira as agências da Caixa Econômica Federal nos municípios de Limoeiro, Timbaúba, Serra Talhada e Caruaru.
As famílias exigem que sejam resolvidas as pendências para a construção das casas em assentamentos da Reforma Agrária, que têm inviabilizado a conclusão das obras.
Em Caruaru, uma comissão do MST está em reunião com a superintendência da Caixa. As agências continuarão ocupadas até que as famílias tenham uma resposta positiva de sua pauta.
As obras de construção de 600 casas estão paradas por falta de recursos, lentidão no processo de medição das áreas ou na liberação dos recursos.
As famílias exigem ainda um complemento para a construção de cada casa, visto que o recurso dos convênios atuais não é suficiente para a finalização das casas.
Da Página do MST, 25 de março de 2011
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Estudantes de Direito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) realizam esta manhã um ato de solidariedade às 23 famílias que moram no Casarão da Jaqueira, ameaçadas de perder a moradia que ocupam há mais de 20 anos. O imóvel é reivindicado por herdeiros que entraram com uma ação de reintegração de posse e querem que as famílias saiam de lá. As famílias procuraram a Defensoria Pública que os defende na ação que corre no 20ª Vara Cível do Fórum do Recife.
Segundo a coordenadora do Núcleo de Ações Coletivas, Isabella Luna, a situação dessas 23 famílias é um caso raro no mundo jurídico. Cada uma ocupa um cômodo da casa, caracterizando o que doutrinadores chamam de usucapião coletivo. Os herdeiros buscam retomar a posse do imóvel após quase 20 anos. A primeira audiência, de justificação da ação, foi marcada para 25 de janeiro, mas não ocorreu por ausência dos representantes de quem reivindica o imóvel. Foi remarcada para o dia 14 de março, a primeira segunda-feira após o carnaval. Em janeiro, antes da primeira audiência, os defensores públicos Isabella Luna, Luana Melo e João Paulo Guedes visitaram as famílias junto com estudantes de direito.
Mídia Corporativa: pernambuco.com
Sessenta famílias ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto em Pernambuco (MTST-PE) ocuparam esta manhã o quinto andar da sede da superintendência do IBGE/PE, localizado antiga sede da Sudene, na Caxanga. De acordo com Jaílton Serafim, coordenador do movimento, o objetivo é pressionar o órgão para a relização de uma reunião para definir os rumos de cerca de 100 famílias oriundas do Edifício Trianon e que há três meses vivem na sede do IBGE na Rua do Hospício.
Segundo ele, um oficial de justiça visitou o local ontem e informou os sem teto que o prédio é alvo de uma reintegração de posse. Temendo serem retirados do local sem outra alternativa de moradia, os manifestantes querem ser recebidos também por membros da Secretaria de Articulação Social e da Gerência Patromonial da União.
Mídia corporativa: Diário de Pernambuco
A carta abaixo foi produzida coletivamente por crianças da 2ª série da Escola Municipal José Collier de Camaragibe , e direcionada ao Jornal Estilhaço como um requerimento de providências por parte dos governantes em relação aos Trabalhadores Sem Teto, mais especificamente os ocupantes do prédio Trianon.
Carta ao Jornal Estilhaço;
Nós da Escola Municipal José Collier, queremos que a prefeitura deixe os Trabalhadores Sem Teto no prédio Trianon.
Lá dentro moram pessoas idosas, crianças, mulheres grávidas que se saírem de lá vão ter seus filhos na rua e eles vão sofrer. Vocês gostariam que seus filhos vivessem na rua e sofressem?
O prédio estava sem ninguém há muito tempo, essas pessoas entraram e ficaram porque não tinha casa para morar e porque estava vazio. É muito triste tirarem elas de lá e jogar na rua ou longe de tudo. É errado também eles saírem de lá para construção de um shopping. Como essas pessoas vão comprar roupas se elas não têm nem moradia?
Então, nós achamos que essas pessoas só devem sair de lá, se a prefeitura construir moradias para elas no mesmo lugar, com espaço para as crianças brincarem e eles viverem bem, e se tirarem essas pessoas de lá, para jogar na rua e elas morrerem nós vamos culpar vocês.
Nós do 3° Ano B estamos mandando esta carta para ver se o Brasil melhora.
Clique aqui para ver a versão manuscrita da carta.

Imagem: Adaíra Sene/DP/D.A Press
Cerca de 600 pessoas pertencentes ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) estão ocupando o antigo prédio do IBGE, localizado na Rua do Hospício, bairro da Boa Vista, no Centro do Recife. A ação está sendo pacífica, inclusive, sem a presença de policiais no local.
As 150 famílias estavam alojadas há seis meses no prédio do histórico cinema Trianon, situado no centro da cidade. No entanto, depois de um pedido de reintegração de posse por parte dos proprietários do local, os integrantes do movimento concordaram em deixar a construção, desde que não houvesse a presença da Polícia Militar.
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As 23 famílias do Casarão da Tamarineira estão vivendo momentos de angústia e incerteza. Morando no local, um casarão abandonado, há mais de 20 anos, foram surpreendidos no dia 30 de junho (ver aqui) com a presença de um oficial de justiça, do suposto proprietário do local, do advogado do proprietário, carros da PM e seguranças privados, exigindo a saída dos moradores e portando um mandado de reintegração de posse. Após uma negociação com o Major Antônio Ronaldo Tavares Ferreira, o despejo foi suspenso e foi concedido o prazo de cinco dias para que uma nova ação ocorresse. Os advogados dos moradores descobriram que o processo está cheio de irregularidades jurídicas, como o fato de o mandado de reintegração ter sido concedido em época de recesso forense; a não comunicação do Ministério Público sobre uma medida de interesse público, a não comprovação de posse do imóvel, entre várias outras. Baseado nisso, foi solicitado um agravo de instrumento, pedindo a suspensão da liminar de reintegração de posse.
Apesar de tudo isso, o Desembargador Itabira de Brito Filho, no último dia 23 de novembro, negou a manutenção do agravo de instrumento, que impedia que fosse executada a ação de despejo das famílias, mostrando mais uma vez que a Justiça é ágil e enxerga muito bem quando se trata de decisões em favor dos detentores do poder econômico.
As famílias estão se organizando para defender sua moradia, e nesse momento faz-se necessário todo apoio prático e político. Divulgue em seus blogs, listas, compareça ao local e ajude!
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O arranjo espacial urbano recifense, no presente momento histórico, reflete um modelo de produção do espaço intrinsecamente ligado aos processos de produção de mais-valia. Esse modelo possui como principais características: a promoção de desigualdades socioespaciais ocasionada pelo regime de propriedade e a distribuição desigual dos bens e serviços necessário à vida digna sobre o espaço.
Neste sentido, apenas as classes sociais mais abastardas e parte dos setores médios, gozam das benesses do viver urbano, protagonizando a construção e organização da cidade, numa postura, muitas vezes, corporativista e elitista. Essas classes regram e normatizam a cidade de maneira que não há como acessá-la por outras vias que não através do mercado, diretamente ligado às leis da oferta e da procura. Dessa forma, eles canalizam, restringem e direcionam as possibilidades e os meios de viver na cidade!
