Uma comissão formada por representantes do Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) e médicos da Emergência Pediátrica vão negociar com a direção do Instituto Materno Infantil (IMIP) a Pauta de Reivindicações da categoria. A decisão foi tomada em assembleia geral realizada na noite desta segunda-feira (18) que contou com a participação dos presidentes do Simepe (Silvio Rodrigues), do Cremepe (Helena Carneiro Leão) e de inúmeros pediatras.
Na avaliação do presidente do Simepe, Silvio Rodrigues, nos últimos meses, vários profissionais da Emergência trabalhavam em número insuficiente nas escalas de plantão e demonstravam insatisfação em função das dobras frequentes. O setor inclusive ficou em várias ocasiões com um plantonista. “Vamos levar para direção do IMIP a proposta aprovada pelos pediatras, ou seja, quatro plantonistas por plantão de 12 horas, dois evolucionistas para o repouso, melhoria na estrutura da unidade e adequação das escalas de trabalho em 60 dias”, afirmou. Ele ressaltou que, o movimento de caráter nacional de valorização da categoria já atingiu Pernambuco desde o ano de 2009.
O Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) está ingressando com ações judiciais contra o prefeito de Camaragibe, João Lemos. A categoria reuniu indícios de irregularidades na rede pública de saúde do município, que estão sendo apresentados a orgãos como o Ministério Público de Pernambuco, Ministério Público do Trabalho e Conselho Regional de Medicina.
De acordo com o diretor jurídico do Simepe, Fernando Cabral, o Sindicato está apresentando denúncias relativas, entre outros temas, às condições de trabalho dos médicos, escalas de plantão desfalcadas, falta de medicações e ambulâncias sucateadas. “Os médicos vêm, ao longo deste ano de tentativas de negociação, provocando a prefeitura com todas essas informações, e nada foi feito”, afirmou.
O Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) informou que os médicos de Camaragibe resolveram que não vão mais trabalhar no município. Dos cerca de 100 médicos que atuam em Camaragibe, de acordo com o Simepe, 30 já entregaram seus pedidos de demissão. Nesta quarta-feira, haverá uma assembleia geral, onde mais médicos devem entregar os cargos.
De acordo com o presidente do Simepe, Silvio Rodrigues, os médicos de Camaragibe não têm direito a licença para tratamento de saúde, não têm direito a licença maternidade. Ele afirma que existem médicos há meses com contrato verbal de trabalho, recebendo baixos salários, quando comparados com outros municípios e o Estado.
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Os médicos que trabalham na rede municipal de Camaragibe, terão que retornar ao trabalho a partir desta quinta-feira. Mandado de liminar expedido na tarde de ontem pelo juiz Luis Correia da Silva, decretou o movimento ilegal e ameaçou aplicar uma multa diária de R$ 5 mil ao Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe) caso a decisão não seja cumprida.
Em assembleia geral realizada ontem à noite, a categoria resolveu acatar a liminar judicial, mas aprovou a proposta do início do movimento de demissão nos próximos dias.De acordo com o presidente do Simepe, Silvio Rodrigues, a entidade já conta com 30 pedidos em mãos e a tendência é aumentar até a próxima semana.
O impasse entre os médicos e a Prefeitura de Camaragibe continua. Nesta segunda-feira (4), a categoria volta a cruzar os braços e estão suspensos os atendimentos em abulatórios, postos de saúde da família, centros médicos e maternidades. Será mantido, apenas, 30% do serviço em atendimentos de urgência e emergência no Centro de Especialidade Médica (Cemec), localizado no centro da cidade.
Os profissionais de saúde vinculados ao munícipio de Camaragibe reivindicam direito a licença para tratamento de saúde, licença maternidade e reajuste salarial. Na próxima quarta-feira(06), às 19h30, haverá uma nova assembleia geral para discutir os rumos do movimento. A audiência será realizada no auditório do Simepe.
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Os médicos do município de Camaragibe organizam, nesta sexta-feira (1°), carreta para deflagrar movimento de greve nos serviços de saúde. A decisão foi tomada na noite de ontem (30), em assembleia geral. Ainda na reunião ficou acertada a paralisação dos ambulatórios e a manutenção de apenas 30% dos serviços de urgência e emergência. Segundo os médicos, a negociação já dura dez meses e a categoria quer garantir melhores condições de trabalho, atendimento de qualidade, ambulância seguras, escalas completas e a garantia de seus direitos trabalhistas.
Os médicos de Camaragibe reclamam que não têm direito a licença para tratamento de saúde, as médicas não têm direito a licença maternidade e os salários são baixos. Segundo os profissionais, até o momento, a prefeitura não demonstra interesse em resolver a situação.
Os médicos que atuam na rede municipal de Camaragibe decidiram paralisar as atividades por 24h na próxima sexta-feira. A suspensão nas atividades foi determinada durante a assembleia realizada na noite desta segunda-feira. A categoria também optou por deflagrar o movimento de freve por tempo indeterminado já a partir da próxima segunda-feira (4).
A categoria reivindica o direito a licença para tratamento de saúde e aumento salarial. De acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos (Simepe), Silvio Rodrigues, faltam recursos humanos e medicamentos, os equipamentos estão sucateados, as escalas incompletas, existe insegurança e condições inadequadas para o exercício profissional.
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Depois de 29 dias, os médicos residentes de Pernambuco decidiram suspender a paralisação, depois de um acordo com O Governo Federal. A categoria decidiu aceitar o reajuste de 22% na bolsa-auxílio. A decisão foi tomada hoje pela manhã, durante uma assembleia. De acordo com o presidente da Associação Pernambucana de Médicos Residentes (APMR), Vander Souza, o MEC sinalizou com uma proposta que atende os interesses dos profissionais em vários aspectos. O novo reajuste começa a vigorar a partir de janeiro de 2011. Com isso, a bolsa-auxílio vai passar de R$ 1.916,45 para R$ 2.338,09.
Segundo o Simepe, os residentes terão ampliação da licença maternidade de quatro para seis meses, licença paternidade de cinco dias e a criação dos grupos de trabalho composto pelos Ministérios da Saúde e Educação, Conselhos dos Secretários Estaduais e Municipais de Saúde, Entidades Médicas, Médicos Residentes e a Comissão Nacional de Residência Médica. Ficou também garantida como pauta de discussão: a 13º bolsa, o restante do reajuste de 16,7%, o auxílio-moradia e o adicional de insalubridade.
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Representantes dos médicos do município de Camaragibe decidiram permanecer em greve, durante assembleia geral realizada na noite de ontem, no Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe). Depois de uma hora de reunião, os médicos decidiram que irão permanecer paralisados até a próxima segunda-feira à noite, quando farão nova assembleia. “Caso a prefeitura não nos envie nenhuma proposta, iremos permanecer em greve”, destacou o diretor do Simepe, José Tenório.
Desde a última segunda-feira, os profissionais estão parados e fizeram uma paralisação nos serviços de ambulatório, PSF, centros de especialidades médicas e maternidades. Apenas os serviços de emergência e urgência estão sendo mantidos. Entre as principais reivindicações estão o aumento salarial, implantação do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV) e melhoria de condições de trabalho.
Os médicos residentes do Hospital da Restauração (HR) irão realizar às 11h, desta terça-feira um ato público em frente à unidade de saúde. Eles reivindicam um reajuste na bolsa-auxílio. A negociação sobre o aumento no valor da bolsa está sendo coordenada pelo Ministério da Saúde e da Educação. De acordo com o Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe), alguns pontos da reivindicação já foram contemplados, como por exemplo a garantia dos seis meses do auxílio-maternidade.
No entanto, a categoria afirma que outros pontos importantes da pauta de negociação ainda não forma contemplados. Na próxima quarta-feira (15), está prevista uma assembleia geral da categoria, que se encontra paralisada há 23 dias.
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Os médicos de Camaragibe vinculados à rede municipal de saúde anunciam que, após rejeitar a contrapoposta de reajuste da prefeitura, pretendem realizar paralização por 24h na próxima quinta-feira (8).
Os serviços de ambulatórios, postos de Saúde da Família, centros de especialidades médicas e maternidade não devem funcionar na data. Às 9h, a categoria se reúne no Arco de Santa Eliza, centro de Camaragibe, em mobilização. Uma nova assembléia para deliberar a respeito das propostas de reajuste será realizada, às 19h30, no auditório do Simepe. Serão mantidos em funcionamento apenas os atendimentos de emergência.