recife resiste!


Segue greve dos médicos de Olinda. um mês de luta!
09/06/2010, 03:01
Filed under: notícias | Tags: , ,

Em assembleia realizada nesta terça-feira (8), os médicos de Olinda decidiram por manter a paralisação, que já dura um mês, além de 15 profissionais terem entregue os cargos ao Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe).

A categoria pede uma equiparação salarial com o piso pago pelo governo estadual, no entanto, as negociações não avançam junto à Secretaria Municipal de Saúde. Com isso, estão com suas atividades paradas os ambulatórios, os Postos de Saúde da Família (PSF) e a maternidade Brites de Albuquerque – única municipal. Os médicos se reunem em assembleia novamente no próximo dia 21 de junho.

Segundo Calheiros, antes do início do movimento a rede municipal de saúde contava com 283 médicos, mas muitos foram deixando os cargos durante as negociações. “Muitos saíram e outros foram coagidos e demitidos por que participaram do movimento. Agora, nós iremos juntar todas as cartas de demissão para entregar de uma só vez à secretaria, caso não haja nenhum avanço. Se até o próximo dia 21, quando a categoria irá realizar nova assembleia, não houver uma proposta concreta do governo, um processo de demissão em massa deverá acontecer em Olinda”, assegurou.

O representante informou que as unidades dos Postos de Saúde da Família (PSFs), os ambulatórios e a Maternidade Brites de Albuquerque seguem paradas desde o início do impasse. Apenas as emergências e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) seguem à disposição da população. E ainda assim com restrições. “Faltam profissionais. O trabalho que era para ser feito por cinco é feito por dois ou três. A emergência infantil de Peixinhos, por exemplo, não funciona nos sábados à noite por falta de médicos”, agregou Calheiros.

Além de melhorias na infraestrutura das unidades de saúde da cidade, os médicos pedem equiparação dos salários dos profissionais de Olinda com os de Recife, mas de forma escalonada. “Queremos que até o fim da gestão, em 2012, o salário dos médicos daqui possa se equiparar ao dos especialistas da capital. Isso seria feito de maneira escalonada, em quase dois anos e meio. Sabemos que isso não pode acontecer da noite para o dia. Mas a prefeitura precisa mostrar mais disposição em negociar”, finalizou Calheiros.

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