recife resiste!


vamos estudar Reich?
31/01/2011, 13:01
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Então galera, algumas pessoas estarão começando na segunda (07/02) a estudar somaterapia, bioenergética, Reich e afins… trata-se de um formato no estilo de grupo de estudos. A gente lê previamente, e conversa a respeito, descontraidamente, de maneira autogestionada.

Caso se interesse é só aparecer…

Então resumindo:
local: DAPsi –  UFPE (2 andar do CFCH)
horário: 14h
data: 07-02 do corrente ano
leitura prévia: http://www.scribd.com/doc/2230620/escuta-ze-ninguem-reich

Caso você nao consiga ler tudo, não se acanhe. Querendo, pode ir assm mesmo!

Organização: Contramola




[Recife] Ato contra aumento das tarifas movimenta centro [28/01]
31/01/2011, 12:11
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Mesmo sem radicalização, o ato contra o aumento das passagens gerou movimentação no centro do Recife. O ato, com caráter de passeata, foi da Avenida Conde da Boa Vista até a Agamenon Magalhães, e depois pela Conde da Boa Vista novamente. Durante o percurso, cerca de 100 pessoas fecharam alguns cruzamentos das avenidas centrais.

O protesto foi pacífico e a força policial apenas acompanhava as entidades e independentes do Comitê Contra o Aumento das Passagens, sem dar indícios de repressão. Parecia ser uma manifestação sem maiores enfrentamentos.
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Estudantes prometem parar o Recife novamente na segunda-feira
30/01/2011, 19:13
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Os estudantes voltaram a protestar contra o aumento de 8,66% nas passagens de ônibus e prometeram parar o Recife, na próxima segunda-feira, caso a Grande Recife Consórcio de Transporte não reduza o valor da tarifa. Ontem à tarde, eles se reuniram em frente ao antigo prédio do Ginásio Pernambuca­no, na rua do Hospício, bairro da Boa Vista e seguiram, acom­panhados por um carro de som, à sede da Secretaria das Cidades, na rua Montevidéu.

Os jovens esperavam ser recebidos pelo secretário da pas­ta, Danilo Cabral. No entanto, foram recepcionados por 20 po­liciais militares que informaram que todos os funcionários da secretaria tinham sido liberados. “O secretário tinha pe­dido realizássemos nenhuma outra manifestação e assegurou que se reuniria com a gente hoje (ontem). Ao chegar na se­cretaria encontramos as portas fechadas e policiais nos informaram que não havia mais nenhum funcionário no local. Enquanto não houver um acordo, os protestos continuarão”, destacou o presidente do Diretório Acadêmico da UFPE, Daniel Pires.

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Fotos do protesto contra o aumento de passagens (28/01)
29/01/2011, 10:57
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Vídeos do protesto contra o aumento das passagens (28/01)
29/01/2011, 09:39
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Considerações sobre o terceiro ato contra o aumento das passagens (28/01)
29/01/2011, 00:05
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O ato de hoje contra o aumento das passagens começou de maneira bem parecida com os anteriores. Seguiu, inicialmente, quase o mesmo percurso: saiu da Rua do Hospício, passou pela Av. Conde da Boa Vista com paradas curtas; chegou a Av. Agamenon Magalhães indo em direção à Secretaria das Cidades, além de mesma estrutura: carro de som para entoar palavras de ordem, e para o rodízio de discursos entre os principais dirigentes estudantis e alguns manifestantes e transeuntes aderentes da causa. Porém, mesmo com tais semelhanças a manifestação se diferenciou de suas antecedentes. Apesar do número significativamente menor de pessoas, em relação ao ato anterior, alguns dos manifestantes, que faziam maioria no protesto, preteriram a reunião na Secretaria das Cidades ao priorizar como rumo para manifestação o fechamento da Av. Agamenon Magalhães em diversos pontos.

Organizado majoritariamente pela UESPE (União dos Estudantes Secundaristas de Pernambuco) em aliança com o Comitê Contra o Aumento das Passagens e dos Salários dos Parlamentares, o protesto teve como foco a reunião naquela entidade governamental, na tentativa de pressionar e possivelmente se reunir com o secretário Danilo Cabral. Mais uma vez considerando o Estado como esfera que pode ter interesses conciliáveis com os da população. A chegada à Agamenon Magalhães foi marcada pelo mesmo fato ocorrido na manifestação anterior (13 de janeiro): manifestantes independentes pretenderam fechar a avenida naquele momento, e outros manifestantes – os que mais se utilizavam do carro de som e desfilavam hasteando bandeiras partidárias -, continuaram em passeata sem mero sinal de hesitação. Resumo da ópera: seguiu-se rumo à Secretaria, e lá se chegou. Felizmente, o fato de Danilo Cabral se negar a fazer uma reunião com os manifestantes fez com que estes retornassem para a Agamenon Magalhães. Lá chegando começou uma outra manifestação mais combativa e que se propunha ao enfrentamento em busca dos seus propósitos. O carro de som foi abandonado, o que colaborou com o aumento da gestão popular do protesto.

Até então a polícia conhecia o itinerário do protesto. A partir deste momento ela teve que agir de acordo com o que os manifestantes decidiam na hora. Ocorreram algumas intervenções de lideranças policiais para tentar manipular o caminho,e o término do protesto. Porém, aquelas não foram bem sucedidas.

Durante o percurso, na Agamenon Magalhães, um dos manifestantes foi atropelado por um carro. Essa atitude gerou um momento de tensão entre os manifestantes e a polícia, que chegou para defender o motorista. Ao chegar no cruzamento do Derby, os manifestantes pararam novamente, após mais de 3 horas de mobilização. Por sua vez, a força policial se mostrou confusa e os mesmos começaram a intimidar os participantes, até a chegada do Choque. Neste momento a ANEL se retirou em bloco e o resto dos manifestantes seguiu em passeata pela Conde da Boa Vista até que o protesto se dispersou no mesmo local de sua saída.

E a luta continua…

Recife Resiste!



Movimentos protestam contra reintegração de posse, no Janga

Cerca de 100 pessoas realizaram um protesto na avenida Cláudio Gueiros Leite, no Janga, em Paulista, nas proximidades do Bompreço. Queimando pneus, eles interditaram a via no sentido cidade, deixando o trânsito lento. A mobilização teve início por volta das 8h da manhã e se estendeu até as 10h. Três viaturas da Polícia Militar (PM), equipados com cacete, acompanham a movimentação. Além de uma viatura do Corpo de Bombeiros.

Eles são integrantes da Organização e Luta dos Movimentos Populares de Pernambuco e há seis meses ocuparam as 405 casas construídas naquela localidade, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e agora estão para ser despejados.

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