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Atualizações sobre a greve dxs bancárixs
08/10/2011, 10:35
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Principais notícias sobre a greve dxs bancárixs.

Bancários entram no 10º dia de greve com protesto por segurança
05/10/2011 | 07h43

Os bancários, em greve há 10 dias, realizam protesto esta manhã na Avenida Conde da Boa Vista. Os grevistas pretendem encenar uma esquete teatral em frente à agência do Bradesco para chamar a atenção da população para a falta de segurança.

De acordo com o sindicato, só no primeiro semestre deste ano, 34 pessoas morreram vítimas de assaltos a bancos. Os bancários defendem mais equipamentos de prevenção, como porta giratória e câmeras de monitoramento em tempo real, assim como biombos e divisórias individualizadas entre os caixas para garantir privacidade nas operações bancárias, e isenção das tarifas de transferência (TED, DOC) para evitar que clientes sejam alvos de assaltantes.

Os bancários reivindicam ainda reajuste salarial de 12,8% (aumento real de 5%), PLR de três salários mais R$ 4.500, piso de R$ 2.297,51, plano de cargos e salários para todos, mais contratações e fim da rotatividade.

Em menos de uma semana, esta já é a segunda manifestação que os bancários realizam durante a greve. A primeira foi na quinta-feira da semana passada, dia 29, quando, de acordo com o sindicato, mais de mil pessoas realizaram uma passeata que percorreu as principais ruas do Recife Antigo.

Ontem o movimento atingiu uma adesão de 68% dos bancos em todo os estado, somando 369 das 543 agências de Pernambuco paradas, além de todos os prédios administrativos.

Até o momento não houve a retomada das negociações. Em Pernambuco, uma nova  nova assembleia acontece hoje às 17h, para avaliar a greve e discutir os próximos passos da mobilização. O encontro acontece na sede do sindicato, na Avenida Manoel Borba, Boa Vista, no Recife.

Em greve há 11 dias, bancários distribuem abacaxis em ato contra o BB
07/10/2011 | 07h43

 

Em greve há 11 dias, os bancários de Pernambuco vão distribuir abacaxis para a população esta manhã, em frente à agência do Banco do Brasil (BB) na Rua Sete de Setembro. A manifestação é a forma bem humorada da categoria de protestar contra a administração do BB que, segundo o sindicato, não cumpre o papel de agente de desenvolvimento social, mostrando que as reivindicações da categoria não são apenas corporativas e trabalhistas.

Segundo a categoria, o ato pretende exigir o fim da miséria e da fome no país, com a ação de bancos públicos preocupados com o desenvolvimento econômico e social do Brasil e dos brasileiros.

Os bancários reivindicam ainda reajuste salarial de 12,8% (aumento real de 5%), PLR de três salários mais R$ 4.500, piso de R$ 2.297,51, plano de cargos e salários para todos, mais contratações, fim da rotatividade e segurança nas agências.

Número de agências bancárias fechadas em todo o país se aproxima de 9 mil
07/10/2011 | 19h50
A greve dos bancários chegou ao 11º dia com 8.951 agências fechadas em todo o país. Segundo balanço divulgado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), de ontem (6) para hoje (7), mais193 unidades aderiram à paralisação.

A Fenaban, braço da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) dedicado a negociações trabalhistas, reiterou que está disposta a retomar as conversas, desde que haja garantias de que as contrapropostas não sejam rejeitadas sem análise pelos sindicatos. A entidade também negou que a paralisação, que começou em 27 de setembro, tenha se estendido aos setores de teleatendimento. Ontem (6), foram registradas interrupções no atendimento via internet no Itaú-Unibanco.

O comando nacional dos bancários classificou de hipócrita a postura dos bancos. De acordo com os representantes dos trabalhadores, as instituições financeiras estão divulgando notas na imprensa em que dizem estar dispostas a dialogar com os grevistas. No entanto, os sindicalistas alegam que a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) até agora não marcou novas rodadas de negociações nem respondeu à carta enviada pela Contraf na terça-feira (4).

Em greve por tempo indeterminado, os bancários reivindicam reajuste de 12,8% nos salários, o que representa 5% de aumento acima da inflação. A categoria também pede aumento nas contratações, fim da rotatividade, melhoria do atendimento aos clientes e fim de metas abusivas impostas pelos bancos. A Fenaban ofereceu reajuste de 8%, 0,56% superior à inflação, e participação nos lucros e resultados.

Bancários tentam estender greve para serviços de teleatendimento
07/10/2011 | 15h19

Os bancários em greve tentam estender o movimento para os serviços de informática e de teleatendimento dos bancos. A ideia é fazer com que os trabalhadores de centros técnicos de atendimento telefônico e informática também paralisem os trabalhos.

Ontem (6), foram registradas interrupções no atendimento via internet no Itaú-Unibanco. O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Carlos Cordeiro, atribui as interrupções à greve, mas o banco nega.

“O Itaú confirma a intermitência ocorrida no Internet 30 horas. Não há relação desse fato com o período de negociação salarial da categoria dos bancários. O problema já foi solucionado”, diz o banco, em nota.

De acordo com Cordeiro, a greve, que está no 11º dia, atinge mais de 8,7 mil agências bancárias, que estão fechadas. Segundo dados do Banco Central (BC), o total de agências em funcionamento no país é 20.073.

Cordeiro diz ainda que os bancos não deram resposta à carta enviada na última terça-feira (4). “Enviamos carta solicitando nova rodada de negociação e os bancos sequer responderam. O silêncio está levando ao aumento da greve”, diz Cordeiro. O presidente da Contraf enfatizou ainda que a greve não é “contra a população, é contra os bancos”.

Em nota, a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), braço da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) dedicado a negociações trabalhistas, disse que não há qualquer paralisação de área estratégica dos bancos e que a negociação com os bancários permanece. “A Fenaban fez duas propostas completas visando acordo com os bancários e colocou-se à disposição do movimento sindical para tratar de eventuais acertos que fossem necessários. Portanto, não há razão para que a federação apresente nova contraproposta como querem os sindicalistas. O que se espera, agora, é que sejam discutidos os ajustes que levem ao acordo”, diz a nota.

Segundo a Contraf, os bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, por tempo indeterminado, depois de rejeitarem a proposta de reajuste de 8% feita pela Fenaban na quinta rodada de negociações, o que significa 0,56% de aumento real.

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8%, que representa aumento real de 5% mais inflação do período. A categoria quer também valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas consideradas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, entre outras reivindicações.

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