recife resiste!


Comunidades atingidas pelas chuvas protestam em Piedade e Casa Forte
09/05/2011, 12:02
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Duas comunidades atingidas pelas chuvas realizam protestos esta manhã nos bairros de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes e Casa Forte, no Recife.

O trânsito ficou lento na avenida Bernardo Vieira de Melo, Piedade, Jaboatão dos Guararapes. Moradores da comunidade do Loreto fecharam o trânsito da via. O protesto acontece em frente ao Hotel Dorisol.

Outra manifestação está sendo realizada na avenida 17 de agosto, no bairro de Casa Forte. O tráfego também está bastante lento.

Mídia Corporativa: pernambuco.com

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Véspera de 7 de setembro é marcada por protesto no centro de Palmares
06/09/2010, 18:01
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Moradores e comerciantes de Palmares, na Zona da Mata de Pernambuco, saíram pelas ruas da cidade na tarde de hoje (6), para realizar o protesto “Luto por Palmares”. Os participantes lutam contra o descaso dos políticos com o município após as enchentes do último mês de junho.

O protesto ainda criticas a lentidão nas ações de infraestrutura e nos processos licitatórios para o início das obras, burocracia quanto à liberação de créditos e a falta de assistencialismo à saúde dos desabrigados e desalojados.

De acordo com Tadeu Miranda, um dos organizadores do protesto “cerca de mil pessoas devem sair pelas ruas da cidade, nesta terça-feira (7), já que não teremos o tradicional desfile civil. Sendo assim, sairemos com comerciantes, estudantes, sulanqueiros, entidades sociais e líderes de comunidade”.

A concentração desse segundo momento, será às 11h, na Praça Doutor Paulo Paranhos, no centro da cidade.

Mídia Corporativa: JC Online.



Nota Pública: Catástrofes nem tanto Naturais
05/07/2010, 16:53
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Produzida por organizações da sociedade civil pertencentes à ABONG, Articulação AIDS Pernambuco,  Articulação de Entidade da Zona da Mata , Fórum de Mulheres de Pernambuco e Fórum Estadual da Reforma Urbana sobre as enchentes ocorridas no estado. Essas organizações estão trabalhando conjuntamente tanto nas questões emergenciais relativas ao atendimento às vítimas, com doações de materiais de segurança, roupas, alimentos etc; como pretendem abrir um diálogo político sobre as causas e conseqüências desta tragédia.

Dez anos atrás, as populações da Zona da Mata de Pernambuco sofreram com enchentes que destruíram casas, comércio, plantações, prédios públicos, ruas, caminhos. Ações emergenciais e de reconstrução foram feitas. Assim, tudo voltou ao seu lugar.

Dez anos depois, as chuvas do inverno nordestino provocaram enchentes em proporções infinitamente mais devastadoras do que em 2000. Uma tragédia da natureza? Não. Uma catástrofe social, política, econômica e ambiental. Uma catástrofe nem um pouco natural.

Os números, ainda imprecisos e incompletos, nos dão a dimensão do que deixou de ser feito, do que continua a se perpetuar por muito tempo. A cidade de Barreiros, na Zona da Mata de Pernambuco tem 68, 3% de sua população desabrigada. Água Preta, na mesma área, tem 41,4% de população desabrigada. Em Murici, no estado de Alagoas, o percentual é de 55,7%.

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Protesto de moradores da comunidade da Linha do Tiro
21/06/2010, 14:08
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Cerca de 60 moradores da comunidade da Linha do Tiro, no Recife, protestaram no início da manhã de hoje (21) contra a falta de apoio das autoridades para conter os efeitos das chuvas na região, que é considerada uma área de deslizamentos de barreiras. Os manifestantes fecharam a principal avenida do bairro, a Uriel de Holanda, com pneus e pedaços de madeiras queimados.

De acordo com o presidente da Associação de Moradores da Linha do Tiro, Natanael de Souza Filho, 48, várias solicitações de visitas da Defesa Civil foram realizadas pela população, mas as equipes só estiveram no local pouco após o deslizamento que vitimou cinco pessoas de uma mesma família na última quinta-feira. “Nem antes, nem depois. Na própria quinta, pela manhã, ligamos para avisar sobre o risco e não ouviram. Mesmo hoje, quando há sol e poderiam colocar lonas ou ajudar a retirar as famílias, ninguém apareceu”, afirma.

O protesto teve fim por volta das 9h20, com a presença de policiais do Grupo de Apoio Tático Intinerante (Gati) e do Corpo de Bombeiros, que apagou o fogo e liberou a estrada. Nenhum representante da Prefeitura do Recife esteve no local e a população prometeu voltar a protestar. “Já perdemos uma família e muitas casas, mas as barreiras continuam caindo e a prefeitura não chega. Vamos insistir nas manifestações até que alguém olhe para a gente e nos ofereça uma solução”, garantiu Natanael Filho.