recife resiste!


Confusão, fuga e motim na Funase
08/09/2010, 10:24
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Trinta in­ter­nos da Fundação de Atendimento Socioedu­ca­tivo (Funase) de Caruaru fu­gi­ram, ontem, de­pois de fa­ze­rem um bu­ra­co no muro. Até o fe­cha­men­to desta edi­ção, ape­nas oito deles ti­nham sido re­cap­tu­ra­dos. Outros jo­vens que não con­se­gui­ram es­ca­par da uni­da­de ini­cia­ram um motim. Colchões foram quei­ma­dos e duas via­tu­ras dos Bombeiros foram acio­na­das. A fu­ma­ça podia ser vista de fora do cen­tro de ree­du­ca­ção, assim como ou­vi­dos ba­ru­lhos de tiros.

A Polícia Militar foi cha­ma­da para acal­mar os âni­mos na uni­da­de.Os amo­ti­na­dos foram con­tro­la­dos em cerca de uma hora e não houve re­gis­tro de fe­ri­dos. Segundo agen­tes pe­ni­ten­ciá­rios, a con­fu­são co­me­çou na ala dois e se es­pa­lhou para a três e qua­tro. “Eles es­ta­vam em re­crea­ção, por volta das 16h, quan­do o tu­mul­to co­me­çou”, disse a coor­de­na­do­ra téc­ni­ca do cen­tro de in­ter­na­ção, Cileide Moreira. Neste mo­men­to, os jo­vens ar­ran­ca­ram as gra­des das alas e fi­ca­ram jo­gan­do con­tra o muro, até que o bu­ra­co se for­mou. Enquanto al­guns des­truíam a pa­re­de, ou­tros con­ti­nham os agen­tes da Funase, com col­chões em cha­mas. Segundo a coor­de­na­do­ra, ape­nas a ala dois so­freu danos de es­tru­tu­ra e está fe­cha­da.

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Princípio de rebelião na FUNASE em Caruaru
07/08/2010, 17:03
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Poucos dias depois da inauguração da nova sede da Fundação de Atendimento Sócio Educativo Funase, em Caruaru, Agreste de Pernambuco, quatro internos realizaram um motim na madrugada desta sexta-feira (5).

De acordo coordenação da Funase, eles puseram fogo em um colchão, quebraram lâmpadas e um vaso sanitário do pavilhão onde estavam. Dos quatro envolvidos, Jonas Oliveira de Lima, Márcio Belarmino dos Santos e Jhon Lennon Graciliano Nascimento foram ouvidos e encaminhados à Penitenciária Juiz Plácido de Souza, ainda nesta madrugada.  O menor, que não teve o nome divulgado, continua na Fundação.

Segundo a polícia, o motim foi iniciado por que os internos estavam insatisfeitos com o pavilhão onde foram colocados e reclamavam de desavenças com outros internos do mesmo pavilhão. Eles reivindicavam transferência para outra unidade.



Rebelião na cadeia de gravatá
04/07/2010, 09:03
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Um grupo de detentos da Cadeia Pública de Gravatá, no Agreste, promoveu um motim na tarde deste sábado, numa forma de protesto contra a superlotação da unidade. Por volta de 14h, os presos atearam fogo em colchões e depredaram as instalações da cadeia, que está parcialmente interditada.

O Batalhão de Choque da PM foi acionado, mas o motim foi encerrado após uma negociação com os presos. Ninguém saiu ferido. A cadeia tem 87 internos, mas só tem capacidade para 18 pessoas. Um grupo de 60 internos foi transferido para as cadeiras de Limoeiro e Palmares. De acordo com o diretor regional prisional Guilherme Azevedo, a cadeia será reformada e ampliada.



Princípio de rebelião no presídio de Palmares
21/06/2010, 10:56
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Foi controlado o princípio de rebelião ocorrido na manhã deste sábado (19) no presídio regional Dr. Renildo Rocha Leão, em Palmares, na Mata Sul pernambucana. A confusão começou porque um muro interno da unidade foi destruído pelas chuvas desta manhã.

No final da tarde, Viana confirmou que, num confronto entre os detentos, um deles morreu, mas não teve o nome divulgado.



Princípio de rebelião na FUNASE feminina
29/05/2010, 11:44
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Seis adolescentes iniciaram um motim na noite de ontem, sexta-feira, os motivos ainda não foram revelados mas acredita-se que a superlotação seja uma razão da insatisfação das internas. A Funase tem capacidade para 10 internas, no entanto, atualmente, abriga 40, e dois recém-nascidos filhos de adolescentes. Alguns colchões foram queimados e as chamas se alastraram por todo um quarto, logo depois foi contida pelos funcionários. Ninguém ficou ferido. Três garotas, acusadas de terem ateado o fogo, foram encaminhadas à GPCA e acusadas por danos ao patrimônio público.



Manifestação de familiares de presos do Aníbal Bruno
16/05/2010, 20:27
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Menos de uma semana após um motim que deixou três mortos e 24 feridos, mães e esposas de detentos se juntaram em frente ao Presídio Professor Aníbal Bruno, em Tejipió, no final da tarde deste domingo (16). A tensão no local começou por volta das 15h30, meia hora antes do fim do horário de visitas. Além de um toque de sirene, os detentos pediam que as mulheres saíssem do prédio porque uma nova rebelião estaria para começar.

As mulheres pediam a retirada do Batalhão de Choque de dentro do presídio, no entanto o diretor dizia que não era o Choque que estava lá e sim um efetivo de policiais com coletes a prova de bala para ajudar na contagem.

Alguns meios de comunicação querem dizer que o motivo dos motins foram brigas internas, mas com brechas nas matérias podemos perceber que existe uma insatisfação dos detendos para com a direção e outras irregularidades do presídio.



Rebelião Aníbal Bruno / 3 presos mortos e 24 feridos
14/05/2010, 12:59
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A rebelião começou ontem por volta das 22 horas, depois de 3 dias quando quase outra rebelião ocorreu. Segundo a polícia a causa da rebelião teria sido um problema com o chaveiro (preso que toma conta das chaves das celas) do pavilhão J, e segundo a mãe de um prisioneiro outra razão seria a denúncia de um preso sobre a situação do “galpão”, um espaço bem reduzido com apenas dois banheiros que abriga 180 pessoas.

Para conter os presos a polícia acionou um efetivo de 160 policiais, 40 deles do batalhão de choque. Segundo a imprensa a polícia utilizou bombas de gás lacrimogêneo e tiros de bala de borracha, mas curiosamente 2 presos foram feridos a balas reais. Assim como no último princípio de rebelião que alguns outros presos foram feridos também à bala. A partir disso o secretário Humberto Viana diz que existem provas de que os presos estariam armadas, mas não questiona a possibilidade de a polícia ter atirado.

O resultado da rebelião foi o “galpão” incendiado, 3 mortos (um a facadas e dois a tiros) e 24 feridos (14 atendidos na enfermaria da prisão e 10 levados ao hospital). Hoje 32 presos serão tranferidos, somando 72 se contarmos os outros 40 que foram transferidos há 3 dias.

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