recife resiste!


Imprevisível Interferência Sonora em Olinda

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Famílias sem terra prometem resistir a ação de desocupação
09/04/2011, 04:03
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Estava marcada para esta quinta-feira o cumprimento de um mandato de reintegração de posse no Engenho Xixaim, localizado no município de Moreno, Zona da Mata de Pernambuco. As famílias sem terra que vivem no acampamento prometem resistir e existe a possibilidade de conflito com a Polícia Militar.

De acordo com os sem terra, o engemho foi ocupado pela primeira vez em setembro de 2006 e já foi palco de cinco despejos, da ação de policiais e da atuação de milícias armadas. O caso de violência já foi denunciado diversas vezes e apresentado no Seminário sobre pistolagem no campo, promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal em 12 de agosto de 2009. As famílias se queixam ainda que o Incra não realizou a vistoria preliminar da área para promover sua desapropriação para fins de reforma agrária.

Mídia Corporativa: Diário de Pernambuco



Após operação, ambulantes reclamam da falta de diálogo da Prefeitura
26/11/2010, 14:44
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Alguns ambulantes compareceram no bairro da Boa Vista, Centro do Recife, nesta manhã de sexta-feira (26), um dia depois da operação que retirou o comércio informal da rua Sete de Setembro. Para eles, não houve diálogo por parte da Prefeitura.

Em entrevista à Rádio Jornal, o comerciante Alexandre Santana reclamou que ninguém foi avisado. “Tiraram nosso direito de ir e vir. Somos pais de família, nos colocaram como se fôssemos bandidos”. Já a população se mostra dividida sobre a retirada. “Espero que o trabalho continue, porque aqui trabalha quem tem direito e quem não tem. Estava tudo muito desorganizado”, disse a lojista Maria do Carmo.

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Sem-teto ocupam imóvel na Avenida Norte
25/11/2010, 14:31
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Um imóvel localizado na Avenida Norte, bairro de Santo amaro, foi ocupado na madrugada desta quinta-feira (25) por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-teto (MTST). Cerca de 40 pessoas estão no casarão de 2 andares desde as 4h.

Segundo o MTST, o local, próximo à Igreja de São Sebastião, era um estabelecimento comercial recentemente desapropriado pela Prefeitura.

Um dos diretores do Movimento, Jaílton Serafim, afirma que mais incursões vem por aí: “A gente tem um calendário, essa foi uma das primeiras cupações, e vai haver muito mais como essa para mostrar à sociedade a quantidade de déficit habitacional que nós encontramos’.

 

Mídia corporativa: JC Online



Famílias ocupam prédio abandonado em Casa Caiada
25/11/2010, 14:09
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Um prédio abandonado localizado no bairro de Casa Caida, Olinda, Região Metropolitana do Recife, foi invadido por dezenas de famílias na madrugada desta quinta-feira (25). Policiais do 1º Batalhão da Polícia Militar estão no local mas não houve confronto.

Os ocupantes vieram da comunidade da Praia Verde, que fica próxima de Casa Caiada. O imóvel fica na Rua Antonio Martiniani de Barros e possui 16 apartamentos em 4 andares. Segundo vizinhos, o prédio está desocupado há cerca de 4 anos.

Mídia corporativa: JC Online



Grito de uma guerreira
10/11/2010, 16:19
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Senti o peso do Estado sobre mim;
Senti o peso do Judiciário sobre mim;
Senti o peso do agronegócio da cana-de-açúcar, que não tem nada de doce, sobre
mim;
Em alguns momentos a Cruz também pesava sobre meus ombros.

Qual o mal que eu fiz?
Será que é porque eu sou uma pescadora artesanal?
Será que é pelo fato de nascer e me criar em terras públicas e não ter o título
de propriedade?
Será que é pelo fato de não aguentar ver os peixinhos, os caranguejos e os
siris mortos pelo vinhoto fedorento da usina e ter que denunciar
incansavelmente?
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Risco de despejo das pescadoras de Sirinhaém leva a ato público

No estuário do rio sirinhaém, em 1998, moravam 57 famílias. A partir desta data, quando a Usina Trapiche foi vendida do grupo Brennand ao usineiro alagoano Luiz Antônio de Andrade Bezerra, iniciou-se um processo de expulsão das famílias que moravam nas ilhas do rio sirinhaém, hoje restando apenas duas famílias.

A área não pertence à Usina Trapiche, pois trata-se de área de mangue e próxima ao estuário do rio sirinhaém, logo, pertencente à União. A Usina é foreira da área – aforamento, inclusive, muito controverso, que já foi anteriormente cancelado e depois voltou a vigorar-, e com base nisso, utilizou meios violentos e intimidatórios (presença de capangas armados no local, destruição das casas dos moradores etc) para expulsar as famílias.

Apenas duas famílias resistiram corajosamente às expulsões, a de Maria Nazareth, e a de Graça, sendo que a primeira responde à uma reintegração de
posse que  já transitou em julgado –  perdida em todas as instâncias. A Usina tenta agora fazer um acordo com Maria Nazareth, oferecendo-lhe uma casa e um terreno para ela sair da área “pacificamente”, mas Graça – que é sua irmã – haverá de sair junto.

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